Ontem fui dar uma banda na Boca Maldita. Como sempre surpreendente.
1- Prepotência e burrice. Aquela conversa de fui coordenador de certa campanha na década de 80 me lembra o velho Pantaleão do Chico Anísio. Em uma ocasião em 1927. É mentira Térta?
Pois é, naquela campanha me lembro como hoje, que "o figura" resolveu não distribuir mais material. Achava a campanha perdida. E o adversário veio como um rolo compressor. E o nosso lado não conseguiu esboçar reação. Hoje "o figura" se acha guru e imprescindível. Uma lástima. Está ofendido porque não concordam com sua estratégia que é organizar em torno de 70 comitês, coordenações, sei lá o nome. Que na verdade servem para moeda de troca de futuros cargos. Como sou de uma escola antiga não acredito que espaços físicos não trazem votos. O que é preciso é amassar barro e olhar no olho do eleitor. Como sempre a mentalidade do muito cacique para pouco índio. Até quando?
2- A Avenida Luiz Xavier é a menor do mudo. E nem assim escapa das contravenções do trânsito. Vale lembrar que no horário que eu estava lá ainda não se podia estacionar nas vias rápidas de Curitiba. Na Boca pode. Até parar no ponto de ônibus da Linha Turismo. A cara de pau é tanta que fecharam o carro da COPE. Gente sem juízo. Obviamente tirei o número da viatura. Os meninos são meus queridinhos, né.
3- Nem tudo foi perdido. Encontrei o Bruxo Chik Jeitoso. É uma delícia ouvir que sou "um luxo de pessoa". Como o bruxo é bonzinho. Bom demais!


0 comentários:
Postar um comentário