Sábado dia 20 de novembro, o PCdoB fez reunião que durou a bagatela de 7 horas. Desespero total de coxas e atleticanos. Tempos atrás sería para fazer autocrítica, modernizado agora discute a relação, a famosa D.R., e como discute.
Já se sinaliza o final da era Milton Alves, mas as coisas não são simples. Dia 11 e 12 de dezembro terá uma nova reunião agora com a presença da direção nacional para apaziguar os ânimos.
A Comissão de Controle (uma espécie de comissão de ética), terá trabalho. Cabeças foram pedidas, principalmente de prefeitos que não apoiaram os candidatos e as alianças do partido.
O PCdoB irá iniciar uma nova politica não mais atrelada ao destino politico de uma pessoa, abrindo assim um leque de oportunidades para novos quadros.
Dias 26 e 27 de fevereiro antes do carnaval, haverá a Conferência Extraordinária que irá eleger a nova direção do partido bem como seu novo presidente. Vamos aguardar...
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Vida de Proletário. "O Cavalo"
Proletário é o nome do mais famoso cavalo do ex-governador Roberto Requião. Era o décimo sétimo da tropa particular que o futuro senador mantinha em estrebarias cinco estrelas na Granja do Canguiri. Num cavalar esforço de reportagem, conseguimos entrevistar o Proletário, hoje comendo a alfafa que o diabo amassou.
Com Roberto Requião já instalado na residência particular no Bigorrilho, a última notícia do cavalo Proletário veio do jornalista Celso Nascimento, em sua imprescindível coluna na Gazeta do Povo: "Depois de deixarem o conforto do lar que habitavam na granja do Canguiri, os cavalos que faziam a alegria matinal do ex-governador Roberto Requião estariam agora ameaçados de inanição. Os animais foram colocados sob os cuidados da Polícia Militar e levados para o parque estadual equestre Anibal Khoury, em Almirante Tamandaré - cujo pasto, no entanto, lhes estaria sendo insuficiente para saciar a fome. Eles estariam carentes de alimentação suplementar à base de alfafa e aveia para manter a saúde e as forças".
Ainda segundo Celso Nascimento, a única boa alma a se apiedar das cavalgaduras foi o deputado Jocelito Canto que, no mesmo dia em que tomou conhecimento das agruras dos cavalos, solicitou ao governador as providências necessárias. O parlamentar desconfiava, com toda a razão, que o governo houvesse suspendido as compras de ração, alfafa e aveia - dieta a que estavam acostumados Proletário e Sargento - dois dos exemplares de boa raça que faziam parte da cavalaria de Requião.
Proletário veio de uma linhagem de stalinistas do Jockey Club do Paraná, cuja mãe se chamava Camarada e o pai Comissário. Na dacha do Canguiri, o preferido tinha cargo comissionado na cavalariça, o que provocava ciúmes entre gatos, cachorros, cisnes, pavões, lebres, jaguatiricas, jacarés e outros bichos do zoológico particular do ex-governador.
Tratado como uma celebridade, o "Incitatus das araucárias" chegou até a ser convidado para fazer uma palestra na Escolinha de Governo acerca dos aspectos equinos da "Carta de Puebla". Só não foi porque o seu sotaque de Jacarezinho não conseguiu ser corrigido pelo fonoaudiólogo da Grazi Massafera.
Seguindo as pistas que nos foram dadas por um funcionário do parque estadual equestre Anibal Khoury, em Almirante Tamandaré, fomos localizar o Proletário puxando uma carroça de repolhos em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. Com a condição de não revelarmos o endereço de seu paradeiro, ele nos concedeu esta rápida entrevista.
Pergunta: Antes com alimentação suplementar à base de alfafa e aveia para a alegria matinal do governador, hoje puxando toneladas de repolhos na base do capim de beira de estrada, o senhor se considera um perseguido político?
Proletário: Com tantos outros adversários mais poderosos, fui escolhido como exemplo da herança maldita de Requião. Meu Deus, por que tanto ódio aos equinos?
Pergunta: E o que diz a Sociedade Protetora dos Animais?
Proletário: Fora do poder, estou sendo tratado como cachorro morto. Meus advogados já apelaram até para a Anistia Internacional, em vão!
Pergunta: Existe alguma chance de o senador Requião o levar para Brasília?
Proletário: Difícil, porque no Senado só podem entrar gatos e ratos. Cavalos com o meu pedigree, desde o general Figueiredo, só na Granja do Torto.
Pergunta: Como a esperança é a última que morre, o governador Orlando Pessutti poderia lhe conceder a anistia de Natal?
Proletário: Ampla, geral e irrestrita seria sonhar demais. Se for para pedir clemência ao atual governador, gostaria de ser condenado ao desterro na Ilha das Cobras. Nos veraneios, eu até poderia puxar a charrete para os netos do Beto Richa.
Henry David Thoreau
Trecho de "A Desobediência Civil"
Toda a votação é um tipo de jogo, tal como damas ou gamão, com uma leve coloração moral, onde se brinca com o certo e o errado sobre questões morais; e é claro que há apostas neste jogo. O caráter dos eleitores não entra nas avaliações. Proclamo o meu voto - talvez - de acordo com meu critério moral; mas não tenho um interesse vital de que o certo saia vitorioso. Estou disposto a deixar essa decisão para a maioria. O compromisso de votar, desta forma, nunca vai mais longe do que as conveniências. Nem mesmo o ato de votar pelo que é certo implica fazer algo pelo que é certo. É apenas uma forma de expressar publicamente o meu anêmico desejo de que o certo venha a prevalecer. Um homem sábio não deixará o que é certo nas mãos incertas do acaso e nem esperará que a sua vitória se dê através da força da maioria. Há escassa virtude nas ações de massa dos homens. Quando finalmente a maioria votar a favor da abolição da escravatura, das duas uma: ou ela será indiferente à escravidão ou então restará muito pouca escravidão a ser abolida pelo o seu voto. A essa altura, os únicos escravos serão eles, os integrantes da maioria. O único voto que pode apressar a abolição da escravatura é o daquele homem que afirma a própria liberdade através do seu voto.
David Henry Thoreau 1817/1862
Toda a votação é um tipo de jogo, tal como damas ou gamão, com uma leve coloração moral, onde se brinca com o certo e o errado sobre questões morais; e é claro que há apostas neste jogo. O caráter dos eleitores não entra nas avaliações. Proclamo o meu voto - talvez - de acordo com meu critério moral; mas não tenho um interesse vital de que o certo saia vitorioso. Estou disposto a deixar essa decisão para a maioria. O compromisso de votar, desta forma, nunca vai mais longe do que as conveniências. Nem mesmo o ato de votar pelo que é certo implica fazer algo pelo que é certo. É apenas uma forma de expressar publicamente o meu anêmico desejo de que o certo venha a prevalecer. Um homem sábio não deixará o que é certo nas mãos incertas do acaso e nem esperará que a sua vitória se dê através da força da maioria. Há escassa virtude nas ações de massa dos homens. Quando finalmente a maioria votar a favor da abolição da escravatura, das duas uma: ou ela será indiferente à escravidão ou então restará muito pouca escravidão a ser abolida pelo o seu voto. A essa altura, os únicos escravos serão eles, os integrantes da maioria. O único voto que pode apressar a abolição da escravatura é o daquele homem que afirma a própria liberdade através do seu voto.
David Henry Thoreau 1817/1862
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domingo, 21 de novembro de 2010
Festival de Cinema Polonês Contemporâneo
Será realizado no período de 24 de novembro a 2 de dezembro, na Cinemateca de Curitiba (R. Carlos Cavalcanti, 1174).sinopses no site: http://www.kurytybakg.polemb.net/
Programação e horários:
dia 24/11 (abertura)
às 19h30: O Jardim de Luizadia 25/11
às 16h30: O Jardim de Luiza
às 19h30: General Nil
dia 26/11
às 16h30: General Nil
às 19h30: A Reserva
dia 27/11
às 16h30: A Reserva
às 19h30: Quanto pesa um cavalo de Tróia?
dia 28/11
às 16h30: Quanto pesa um cavalo de Tróia?
às 19h30: Uma Árvore Mágica
dia 29/11
às 16h30: A Festa de Casamento
dia 30/11
às 16h30: Uma Árvore Mágica
às 19h30: Garotas de Shopping
dia 01/12
às 16h30: Garotas de Shopping
às 19h30: A Pequena Moscou
02/12
às 16h30: A Pequena Moscou
às 19h30: O Ursinho
Entrada Gratuita.
sábado, 20 de novembro de 2010
Dicas De Etiqueta Para E-Mails
Se você é do tipo que já cometeu alguns dos erros abaixo, com certeza seu nome já rodou por ai como chato ou sem noção! Cuidado, saiba como evitar isso! :P01 - Quando encaminhar um e-mail recebido limpe o título. (Retire o ENC: RES: )
Alguns anti-virus ou anti-spams jogam seu e-mail direto pra lixeira quando detectam esse título, logo eles não chegam ao seu destino correto.
02 - Quando enviar e-mails a vários amigos, coloque os endereços de e-mails como cópia oculta. (CCO)
A não ser que 1 - sejam amigos próximos e 2 - que a intenção seja mesmo que todos respondam a todos.
Alguns mal intencionados pegam e-mails de seus amigos e cadastram em sites não familiares.
Outras pessoas por distração replicam os emails e fazem então uma distribuição não autorizada do e-mail dos seus amigos.
03 - Ao encaminhar e-mails, assine-os.
Os e-mails são como cartas, não assiná-los é como terminar a carta e não dar tchau.
04 - Correntes NAAÃO!
As correntes sempre foram indesejadas. Essa não precisa nem explicar, mas aquela história de passe para cinco amigo e terá uma surpresa já deu né gente!
05 - Informativos
Informativos ou notícias são sempre bem vindos.
Mas sempre certifique-se de que as informações são reais ou prefira não enviar, senão você corre o risco de espalhar a morte de um artista por engano ou acabar com a Guerra no Oriente Médio antes da hora, poxa essa sera boa, hein!
06 - Virus mortais
Cuidado ao encaminhar avisos de virus mortais. Tenha o bom senso de primeiro se informar ou perguntar a um amigo técnico.
As vezes quem recebe e entende um pouco pode te colocar em chacotas de tão leigos os emails que você pode enviar.
07 - NÃO GRITE!
Cuidado para não parecer rude! Na escrita da internet, escrever VÁRIAS PALAVRAS EM MAIUSCULO É SINAL DE QUE VOCÊ ESTÁ GRITAAANDO!
08 - Se perguntarem, responda.
Assim como no dia a dia, se te fizerem uma pergunta ou solicitação direta, dê retorno.
As vezes as pessoas não respondem e-mails achando que não tem ninguém do outro lado da mensagem, quando na verdade essa pessoa deve ter perdido um certo tempo pra te escrever. Pense nisso.
09 - Cite a fonte
Sempre que mandar arquivos indexados ou textos, procure citar a fonte!
Se não a tiver não faça a bobeira de pegar pra você, prefira não assinar fonte alguma a assinar como sendo sua.
Senão, caso um dia tenha uma lei pra isso, vão fazer fila na sua porta pra cobrar direitos autorais!
10 - Não abuse da objetividade
Respostas muito curtas costumam parecer grosseiras para quem as lê.
Então tá, tchau.
11 - Dê retorno
Mesmo ao receber e-mails, enviados a várias pessoas inclusive você, se achou interessante, dê retorno. Agradeça e diga que gostou.
Ao receber e-mails que lhe desagradam profundamente, dê retorno também. Caso tenha intimidade, diga que não gostou.
Se não te agradou mas também não irritou, não diga nada para não bloquear outros assuntos.
Assim seus amigos vão começar a saber qual o seu gosto e antecipadamente você fez um filtro muito eficiente do que começará a receber.
12 - Compartilhe, troque informações
Você recebe dúzias de e-mails de seus amigos na semana. Dessas dúzias algumas até são boas e proveitosas informações?
Ora, faça o mesmo. A internet é uma grande comunidade, não fique só esperando receber né! Contribua também. Troque informações ativamente com seus colegas! Receba e envie!
13 - Lembre-se de vez enquando que atrás da internet ainda tem uma pessoa de verdade
No meio de todos os emails de piadas, correntes, homens no tanque, mulheres nuas e avisos... lembre-se de vez enquando de mandar um e-mail com um simples "Oi amigo, como tem passado?"
Texto de Reinaldo Luiz Santos, publicitário com formação focada em criação, especializado em gerenciamento de projetos web e designer gráfico e de internet. Desenhista, escritor e fotógrafo por hobbie. Atualmente a frente da direção de arte da Praxys Produtora Web, empresa onde é sócio e fundador junto com Jefferson Amado em 2001.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
"Brasil perde um mestre”.
Via Isabella Ferreira.
Perto de completar 90 anos, falece em Curitiba, na manha desta quinta-feira (18), o comunista, guerreiro e artista plástico Espedito Rocha. O velório será na Assembléia Legislativa do Paraná, no Centro Cívico, a partir do início da tarde.
No início de 2010, mais uma luta abordou o escultor e militante político. Espedito foi surpreendido por um câncer nos pulmões. Mais uma vez, o guerreiro lutou bravamente.
Espedito Rocha - Autodidata, Espedito Rocha nasceu na Vila Santa Clara em Pernambuco dia 01 de janeiro de 1921. Espedito é um dos nove filhos do casal Filho de Caetano da Rocha e Maria Oliveira da Rocha. Pai de sete filhos, avô de treze netos com dois bisnetos, Espedito Rocha aproveita sua casa como local de descanso, para receber amigos e trabalho. Espedito cria novas obras e dá entrevistas sobre a técnica que utiliza em seus trabalhos a especialistas e jornalistas de cultura de todo o país.
Militante do Partido Comunista Brasileiro desde os anos 40, perseguido e preso durante o golpe militar, Espedito Rocha já trabalhou na lavoura, foi mecânico em usinas em cidades do Norte, trabalhou como agricultor, operário do setor de indústrias químicas e foi um grande líder sindical. Perseguido durante a ditadura brasileira, Tiburcio Melo - seu codinome - acabou preso por seis meses. Espedito chega ao sul do país em 79. A primeira exposição aconteceu em 1980 na cidade de São Paulo.
Técnica - Começou a esculpir (“descascar o miolo da madeira”) ainda jovem. Consertava e restaurava santos ainda em Santa Clara. “Quando criança, tive a felicidade em fazer muitas coisas. Eu vivi no agreste pernambucano onde se trabalha muito com a mandioca, na casa de farinha, no engenho. Em vez de raspar as mandiocas, eu as esculpia”, relembra Espedito Rocha.
“Não dou nome às esculturas”, diz o mestre. “Se eu der, a tendência é que o público tenha a mesma visão que eu. Cada um deve estar livre para imaginar e entender o que quiser de acordo com a sua vivência. As esculturas são leves. A técnica de retirar o miolo nasceu por acaso”, confirma.
Obras - Com obras espalhadas por diversos cantos do mundo, Espedito Rocha utiliza diversos tipos de madeira para a elaboração da obra, entre peças pequenas que variam de 5 a 10 quilos e peças maiores e mais pesadas, que chegam a 30 e 40 quilos. As ferramentas são poucas.
Quanto mais detalhada a obra, mais tempo e trabalho. As esculturas de Espedito impressionam pela beleza natural. Cada uma, segundo ele, tem vida própria e não gosta de dar-lhes nome.
Mais informações no site do artista plástico: www.espeditorocha.com.br
Perto de completar 90 anos, falece em Curitiba, na manha desta quinta-feira (18), o comunista, guerreiro e artista plástico Espedito Rocha. O velório será na Assembléia Legislativa do Paraná, no Centro Cívico, a partir do início da tarde.
No início de 2010, mais uma luta abordou o escultor e militante político. Espedito foi surpreendido por um câncer nos pulmões. Mais uma vez, o guerreiro lutou bravamente.
Espedito Rocha - Autodidata, Espedito Rocha nasceu na Vila Santa Clara em Pernambuco dia 01 de janeiro de 1921. Espedito é um dos nove filhos do casal Filho de Caetano da Rocha e Maria Oliveira da Rocha. Pai de sete filhos, avô de treze netos com dois bisnetos, Espedito Rocha aproveita sua casa como local de descanso, para receber amigos e trabalho. Espedito cria novas obras e dá entrevistas sobre a técnica que utiliza em seus trabalhos a especialistas e jornalistas de cultura de todo o país.
Militante do Partido Comunista Brasileiro desde os anos 40, perseguido e preso durante o golpe militar, Espedito Rocha já trabalhou na lavoura, foi mecânico em usinas em cidades do Norte, trabalhou como agricultor, operário do setor de indústrias químicas e foi um grande líder sindical. Perseguido durante a ditadura brasileira, Tiburcio Melo - seu codinome - acabou preso por seis meses. Espedito chega ao sul do país em 79. A primeira exposição aconteceu em 1980 na cidade de São Paulo.
Técnica - Começou a esculpir (“descascar o miolo da madeira”) ainda jovem. Consertava e restaurava santos ainda em Santa Clara. “Quando criança, tive a felicidade em fazer muitas coisas. Eu vivi no agreste pernambucano onde se trabalha muito com a mandioca, na casa de farinha, no engenho. Em vez de raspar as mandiocas, eu as esculpia”, relembra Espedito Rocha.
“Não dou nome às esculturas”, diz o mestre. “Se eu der, a tendência é que o público tenha a mesma visão que eu. Cada um deve estar livre para imaginar e entender o que quiser de acordo com a sua vivência. As esculturas são leves. A técnica de retirar o miolo nasceu por acaso”, confirma.
Obras - Com obras espalhadas por diversos cantos do mundo, Espedito Rocha utiliza diversos tipos de madeira para a elaboração da obra, entre peças pequenas que variam de 5 a 10 quilos e peças maiores e mais pesadas, que chegam a 30 e 40 quilos. As ferramentas são poucas.
Quanto mais detalhada a obra, mais tempo e trabalho. As esculturas de Espedito impressionam pela beleza natural. Cada uma, segundo ele, tem vida própria e não gosta de dar-lhes nome.
Mais informações no site do artista plástico: www.espeditorocha.com.br
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Do Blog do Aramis Millarch
Audio do meu tio João Wasilewski, contando sobre a chegada da minha família da Polônia e sobre o cinema de Irati. http://www.millarch.org/audio/by/artist/jo_o_wasilewski
92 anos da Independência da República da Polônia
A Assembleia Legislativa do Paraná, realizou Sessão Solene comemorativa aos 92 anos da Independência da República da Polônia, 90 anos das Relações Diplomáticas entre o Brasil e a Polônia e 90 anos da criação do Consulado Geral em Curitiba. Contou com a presença do Embaixador da República da Polônia, Sr. Jacek Junosza Kisielewski, e a Cônsul Geral da República da Polônia, Sra. Dorota Joanna Barys. A sessão foi presidida pelo Deputado Ademir Bier e contou com a presença do Cônsul do Senegal, Japão e Itália.
A Cônsul e o Embaixador receberam o Pinhão de Ouro. A Colônia polonesa também compareceu e confesso que me senti orgulhosa com o hino e a bandeira no plenário. Como sempre o consulado dando um banho de competência e atuação. E como a festa era polaca, música e dança na Assembleia.
A Cônsul e o Embaixador receberam o Pinhão de Ouro. A Colônia polonesa também compareceu e confesso que me senti orgulhosa com o hino e a bandeira no plenário. Como sempre o consulado dando um banho de competência e atuação. E como a festa era polaca, música e dança na Assembleia.
| Grupo Folclórico WISLA |
5º Mostra Cinema e Direitos Humanos em Curitiba
Cinemateca de Curitiba
Sala Groff
104 lugares
Rua Carlos Cavalcanti, 1174
São Francisco
80510-040
(41) 3321-3252
ENTRADA FRANCA
17/11 – QUARTA-FEIRA
19h – Sessão de Abertura
ABUTRES - Pablo Trapero (Argentina/ Chile/ França/ Coréia do Sul, 107 min, 2010, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
18/11 - QUINTA-FEIRA
14h - A VERDADE SOTERRADA - Miguel Vassy (Uruguai/ Brasil, 56 min, 2009, doc)
ROSITA NÃO SE DESLOCA - Alessandro Acito, Leonardo Valderrama (Colômbia/ Itália, 52 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h - KAMCHATKA - Marcelo Piñeyro (Argentina/ Espanha/ Itália, 103 min, 2002, fic)
Classificação indicativa: livre
18h - A BATALHA DO CHILE II – O GOLPE DE ESTADO - Patricio Guzmán (Chile/ Cuba/ Venezuela/ França, 90 min, 1975, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
20h - VIDAS DESLOCADAS - João Marcelo Gomes (Brasil, 13 min, 2009, doc)
PERDÃO, MISTER FIEL - Jorge Oliveira (Brasil, 95 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
19/11 – SEXTA-FEIRA
14h – Audiodescrição
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
ALOHA - Paula Luana Maia, Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 12 anos
16h - HÉRCULES 56 - Silvio Da-Rin (Brasil, 94 min, 2006, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
18h - DIAS DE GREVE – Adirley Queirós (Brasil, 24 min, 2009, doc)
PARAÍSO - Héctor Gálvez (Peru/ Alemanha/ Espanha, 91 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
20h - CARNAVAL DOS DEUSES - Tata Amaral (Brasil, 9 min, 2010, fic)
MEU COMPANHEIRO - Juan Darío Almagro (Argentina, 25 min, 2010, doc)
LEITE E FERRO - Claudia Priscilla (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 16 anos
20/11 – SÁBADO
14h - MÃOS DE OUTUBRO - Vitor Souza Lima (Brasil, 20 min, 2009, doc)
JURUNA, O ESPÍRITO DA FLORESTA - Armando Lacerda (Brasil, 86 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h - HALO - Martín Klein (Uruguai, 4 min, 2009, fic)
ANDRÉS NÃO QUER DORMIR A SESTA - Daniel Bustamante (Argentina, 108 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos
18h - MARIBEL - Yerko Ravlic (Chile, 18 min, 2009, fic)
O QUARTO DE LEO - Enrique Buchichio (Uruguai/ Argentina, 95 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 14 anos
20h - O FILHO DA NOIVA - Juan José Campanella (Argentina/ Espanha, 124 min, 2001, fic)
Classificação indicativa: livre
21/11 – DOMINGO
14h - DOIS MUNDOS – Thereza Jessouroun (Brasil, 15 min, 2009, doc)
AMÉRICA TEM ALMA - Carlos Azpurua (Bolívia/ Venezuela, 70 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h - CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
BAILÃO - Marcelo Caetano (Brasil, 17 min, 2009, doc)
DEFENSA 1464 - David Rubio (Equador/ Argentina, 68 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
18h - O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS - Cao Hamburger (Brasil, 110 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 10 anos
20h - EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
IMAGEM FINAL - Andrés Habegger (Argentina, 94 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
22/11 – SEGUNDA-FEIRA
14h – Audiodescrição
PRA FRENTE BRASIL - Roberto Farias (Brasil, 105 min, 1982, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 14 anos
16h - A CASA DOS MORTOS - Debora Diniz (Brasil, 24 min, 2009, doc)
CLAUDIA - Marcel Gonnet Wainmayer (Argentina, 76 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
18h - ALOHA - Paula Luana Maia / Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
CINEMA DE GUERRILHA - Evaldo Mocarzel (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
20h - GROELÂNDIA - Rafael Figueiredo (Brasil, 17 min, 2009, fic)
MUNDO ALAS - León Gieco, Fernando Molnar, Sebastián Schindel (Argentina, 89 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
23/11 – TERÇA-FEIRA
14h - ENSAIO DE CINEMA - Allan Ribeiro (Brasil, 15 min, 2009, fic)
108 - Renate Costa (Paraguai/ Espanha, 91 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
16h - VLADO, 30 ANOS DEPOIS - João Batista de Andrade (Brasil, 85 min, 2005, doc)
Classificação indicativa: 14 anos
18h - A HISTÓRIA OFICIAL - Luis Puenzo (Argentina, 114 min, 1985, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
20h - XXY - Lúcia Puenzo (Argentina/ França/ Espanha, 86 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
* O formato de exibição dos filmes é DVCAM.
sábado, 6 de novembro de 2010
Revista Ideias nas Bancas
Do Blog do Fábio Campana
A Revista Ideias de novembro traz as melhores informações e as mais contundentes análises. Matéria de Antonio Vera sobre a eleição de Dilma Rousseff. Luiz Geraldo Mazza analisa como deve ser definida a participação nativa no novo governo Rousseff.
Fábio Campana relata o fim da era Requião, que encerra o ciclo de toda uma geração que tomou o poder na virada para a democracia. O amargo legado que fica para o próximo governo. A briga protagonizada por Requião e Pessuti. Artigo de Luiz Fernando Pereira explica por que Osmar Dias perdeu a eleição.
Carlos Simon fez uma reportagem especial sobre o vale-tudo em Curitiba, considerada uma cidade que produz os melhores atletas do mundo. Dico Kremer revela o olhar do fotógrafo Ivan Rodriguez.
Ainda: Carlos Alberto Pessôa, Claudia Wasilewski, Isabela França, Izabel Campana, Luiz Carlos Zanoni, Marianna Camargo, Rogério Distefano, Vicente Ferreira. O humor de Priscila Vieira.
Os gente-finas da cidade. E o Balacobaco traz os eventos mais importantes de Curitiba.
Só na Revista Ideias. Segunda-feira nas bancas.
Minha crônica é Do Bolo de Chocolate ao Petit Gâteau.
A Revista Ideias de novembro traz as melhores informações e as mais contundentes análises. Matéria de Antonio Vera sobre a eleição de Dilma Rousseff. Luiz Geraldo Mazza analisa como deve ser definida a participação nativa no novo governo Rousseff.
Fábio Campana relata o fim da era Requião, que encerra o ciclo de toda uma geração que tomou o poder na virada para a democracia. O amargo legado que fica para o próximo governo. A briga protagonizada por Requião e Pessuti. Artigo de Luiz Fernando Pereira explica por que Osmar Dias perdeu a eleição.
Carlos Simon fez uma reportagem especial sobre o vale-tudo em Curitiba, considerada uma cidade que produz os melhores atletas do mundo. Dico Kremer revela o olhar do fotógrafo Ivan Rodriguez.
Ainda: Carlos Alberto Pessôa, Claudia Wasilewski, Isabela França, Izabel Campana, Luiz Carlos Zanoni, Marianna Camargo, Rogério Distefano, Vicente Ferreira. O humor de Priscila Vieira.
Os gente-finas da cidade. E o Balacobaco traz os eventos mais importantes de Curitiba.
Só na Revista Ideias. Segunda-feira nas bancas.
Minha crônica é Do Bolo de Chocolate ao Petit Gâteau.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
13! 13! BORBOLETA 13!
Estava passando pela Rua XV, e vejo minha amiga Terezinha, a querida Borboleta 13. Chiquérrima, sentada na porta de uma ótica, uniformizada e de cabelos curtos. Ela não vende mais bilhetes da loteria.
Me criei no centro de Curitiba, por 23 anos morei na rua Dr. Muricy. Adoro andar por lá, ver vitrines. Observar os tipos que circulam. Mas a Terezinha conheço desde os cinco anos de idade, já são quarenta anos. Meu pai comprava bilhetes dela, e eu os pedacinhos. Não espalhem, mas tenho sorte. Pelo menos pego o dinheiro de volta.
Bati um papo com a Terezinha, que se tornou empresária da própria voz. Negociou um contrato e radicalizou os cabelos. Depois de dez anos os cortou, bem curtos. E eu fico por aqui feliz e emocionada por ter o privilégio de continuar ouvindo aquela voz, que me remete a coisas tão boas da minha vida.
Me criei no centro de Curitiba, por 23 anos morei na rua Dr. Muricy. Adoro andar por lá, ver vitrines. Observar os tipos que circulam. Mas a Terezinha conheço desde os cinco anos de idade, já são quarenta anos. Meu pai comprava bilhetes dela, e eu os pedacinhos. Não espalhem, mas tenho sorte. Pelo menos pego o dinheiro de volta.
Bati um papo com a Terezinha, que se tornou empresária da própria voz. Negociou um contrato e radicalizou os cabelos. Depois de dez anos os cortou, bem curtos. E eu fico por aqui feliz e emocionada por ter o privilégio de continuar ouvindo aquela voz, que me remete a coisas tão boas da minha vida.
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