quinta-feira, 16 de maio de 2013

Projeto mostra vítimas de abusos sexuais segurando frases ditas pelo violentador

Do site Haypeness, por Jaque Barbosa 

Difícil acreditar, mas ainda nos dias de hoje, há pessoas que acham que vítimas de abuso sexual tiveram algum tipo de culpa por terem sido molestadas. Pra quebrar esse paradigma que torna a vida das vítimas ainda mais difícil, a fotógrafa Grace Brown iniciou em 2011 o Projeto Unbreakable, no qual sobreviventes de abusos sexuais são fotografadas segurando uma frase do violentador.
Até hoje, ela já fotografou mais de 400 pessoas, e diz ter recebido milhares de emails de vítimas que decidiram se expor com coragem, como forma de enfrentar o passado de frente e alertar para esse problema lamentável que ainda é muito recorrente na nossa sociedade atual. O projeto é forte e impactante, mas tem um papel importante para aumentar o diálogo na sociedade sobre esse tema. Veja algumas fotos do projeto:



“Seus pais foram jantar, mas não se preocupe – eu vou cuidar de você.”

“Ninguém vai acreditar em você. Sou seu marido – é a sua palavra contra a minha”
“Pare de fingir que você é um ser humano.”


“Isso fica entre nós” – meu avô, quando eu tinha 6 anos, depois 16, quando as memórias voltaram.



“Você é uma menina má, não eu. Se lembre que você começou tudo isso.”



Alvaro Dias homenageia engenheiros com nomes de rodovias paranaenses

Do Blog do Fábio Campana



O senador Alvaro Dias (PSDB/PR) apresentou, nesta quarta-feira (15/05), Projeto de Lei para homenagear dois engenheiros paranaenses com nomes de rodovias do Estado. Pela proposta, o trecho da rodovia BR-277, entre Curitiba e Paranaguá, passa a ser denominado Rodovia Engenheiro Lysímaco Franco Ferreira da Costa e o trecho da BR 476, entre Cascavel e Toledo, passa a ser chamado de Rodovia General Luiz Carlos Pereira Tourinho.
Para o senador, os dois engenheiros são personalidades de destaque na história do Paraná, associadas ao desenvolvimento da área da engenharia rodoviária. A serviço do Estado No final dos anos 40, o engenheiro Lysímaco Franco Ferreira da Costa foi o responsável pelo arrojado traçado e pela execução da ligação rodoviária entre Curitiba e seu principal porto marítimo.
“O desnível de 940 metros nos 86 km que separam Curitiba e Paranaguá revela bem a medida da complexidade da obra projetada pelo jovem engenheiro e que até hoje impressiona pela suavidade de suas 74 curvas com raios de 160 metros e inclinação máxima de 5%”, disse o senador na justificativa. O outro homenageado, o engenheiro, professor e general de brigada da reserva Luiz Carlos Pereira Tourinho (1913-1998), também tem uma extensa biografia no desenvolvimento do Estado. Foi diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER); autor do primeiro Plano Rodoviário do Paraná; introduziu a aerofotogrametria no estudo de estradas e a pavimentação asfáltica no Estado e atuou como diretor técnico da Companhia Paranaense de Energia (COPEL). Foi, ainda, interventor do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária, diretor da Escola de Engenharia e chefe do Departamento de Transportes da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Presidiu o Instituto Histórico e Geográfico e o Instituto de Engenharia (IEP) do Paraná.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Paraná reivindica nova demarcação do mar territorial

Por Felipe Patury, via Blog do Fábio Campana


No mapa acima, em branco está marcada a projeção atual e em amarelo a
projeção reivindicada do mar territorial.

Uma nova batalha federativa começou a ser travada no Congresso. Paraná e Piauí reivindicam a redefinição de seus mares territoriais. O Piauí diz que áreas hoje atribuídas ao Maranhão e ao Ceará são suas. A confusão é maior com o Paraná, que reivindica o trecho do litoral paulista onde está o Campo de Tupi, com suas reservas de gás e de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo. Se vencer, o Paraná abocanhará uma enorme receita de royalties.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

É CAMPEÃO

POLÔNIA (6) x ALEMANHA (2) 

Partida de Futebol Amistoso realizado no último sábado (11/05), com equipes formadas por descendentes de imigrantes.





"Vamos chegar ao ponto de prender nossos bebês", diz juiz sobre redução da maioridade penal

Possibilidade de mudar a lei e endurecer as penas aos menores de 18 anos divide especialistas 

Do R7, Por Alexandre Saconi e Carolina Martins


Foto: Site paraiba.com.br

Permitir penas mais rigorosas para adolescentes infratores voltou a ser um clamor de parte da população brasileira, depois que crimes cometidos por menores de idade chocaram o País pela crueldade.
O assassinato de um universitário em São Paulo, em abril, durante um assalto cometido por um rapaz de 17 anos e, mais recentemente, o estupro de uma jovem dentro de um ônibus no Rio de Janeiro, cometido por um adolescente de 16 anos, são exemplos usados por quem defende prisão para menores de 18 anos.
Mas, para o desembargador Antonio Carlos Malheiros, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo), essa não é a solução para o problema.
Ele defende um debate sobre medidas que possam dar maior amparo aos jovens, ao invés de puni-los. Malheiros alega que a lógica apresentada para pedir a redução da maioridade penal levaria à punição até de bebês.
— Os projetos falam em redução para 16 anos. Usa-se o jovem de 15 anos para cometer o crime com isso. Então vamos reduzir para 14? Vai ter outro menino com 13 anos, também trabalhando com o traficante, sendo aviãozinho, e até sendo gatilho do traficante, sendo soldado. Então, vamos reduzir para 12? E assim vamos indo até chegar à maternidade dos pobres, e vamos começar a apreender os nossos bebês. Não é por aí.
O desembargador não acredita que o sistema jurídico atual permita a redução da maioridade penal. Ele alega que a definição de punição criminal somente para pessoas a partir de 18 anos é uma cláusula pétrea, ou seja, assunto definido na Constituição que não pode ser alterado nem por força de emenda.

Constituinte

A única forma de mudar uma cláusula pétrea é convocar uma assembleia constituinte para debater o assunto e reformar a lei máxima do País – situação que nunca ocorreu desde a promulgação da Constituição de 1988.
Com 14 anos de experiência na área da infância e da juventude, a juíza assessora da Corregedoria-Geral da Justiça do TJSP, Maria de Fátima Pereira da Costa e Silva, também é da corrente que defende que a redução da maioridade penal é inviável.
— Não seria possível uma alteração por uma simples emenda à Constituição em relação ao artigo 228 [que garante a inimputabilidade aos menores de 18 anos de idade].
Mas há divergência dentro do próprio mundo jurídico. Para o juiz federal aposentado Pedro Paulo Castelo Branco, o argumento da cláusula pétrea é usado somente para evitar a discussão do tema. Advogado criminalista e professor de direito penal da UnB (Universidade de Brasília), ele não concorda com o entendimento dos colegas.
— É a primeira vez que eu ouço falar nisso. Sou de antes da Constituição, acompanhei a constituinte e acho que isso é invenção de jurista. Eles interpretam como se [a inimputabilidade] estivesse entre os direitos e garantias individuais. Mas, se fosse uma cláusula pétrea, o Código Penal não precisaria nem citar isso.
O artigo 27 do Código Penal deixa claro que menores de 18 anos não podem ser punidos.

Vontade política

O promotor de Justiça da Infância e da Juventude do Estado de São Paulo, Marcelo Barone, também é da corrente que defende a redução da maioridade penal e acredita que o argumento da cláusula pétrea é usado para justificar a falta de vontade política.
— Havia tantas cláusulas pétreas que foram desrespeitadas, como a aposentadoria, que não poderia ter sido mexida. Na verdade, quando o governo quer uma coisa, é cláusula pétrea, quando não quer, não é.
Para Barone, o governo não quer mexer na maioridade penal porque não tem onde colocar os adolescentes infratores.
—O único motivo do governo para não fazer isso é: "Eu não vou ter lugar para pôr menores. Porque eu não construo presídios nem para por os maiores, quanto mais para pôr os menores".
O promotor também afirma que o governo não tem "coragem" nem de fazer um plebiscito, para consultar qual é a vontade do povo sobre a redução da maioridade penal.
— Essa Constituição é uma constituição que defende única e exclusivamente o criminoso. Em nenhum momento, a Constituição chamada de Constituição Cidadã defende o cidadão, ela só defende o criminoso, e eu não entendo o porquê.

domingo, 12 de maio de 2013

1º Jantar de Culinária Orgânica na Chácara Flor e Ser

Dia 17 de maio às 20:00 hrs.
Rua Eduardo Sprada 3509 no Campo Comprido.


Não curti

O juiz do ATLEtiba comemorando o título coxa. Perder o título e a postura do Petraglia.
Ministério Público querer investigar e a Polícia Civil fazer papel de carcereiro.
Visita do Papa Francisco ao Brasil custará R$ 118 milhões.
Estupro em ônibus: suspeito debocha de vítima em reconhecimento.
Quatro crianças de Palmas ( Pr ) foram mortas pelo pai, Vanderlei Santos Lima.
Reajuste extra no pedágio da BR-277.
O primeiro e provavelmente o único capítulo que assisti da novela Salve Jorge.

AÇÃO INAPROPRIADA E IRRESPONSÁVEL CONTRA A POLÍCIA CIVIL

Do site do SIDEPOL.

Há um movimento bastante inapropriado e inconsequente para transferir a estrutura da Unidade do Grupamento Aéreo do GRAER, da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) para o Comando Geral da Polícia Militar no Paraná, que hoje funciona de forma mista e integrada com 80% de pilotos e tripulação das policias Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros. A medida prejudica diretamente as operações de investigação e de inteligência da Polícia Civil, os policiais civis que compõem o grupamento e também todas as políticas de convênios na área de segurança com a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública). No caso dos convênios, a desintegração do grupamento – retirando a Polícia Civil do Graer, dificultará o recebimento de investimentos diretos da União, pois a atual Política Nacional de Segurança Pública preconiza a união e a integração das forças policiais como movimento fundamental para aplicar recursos em ações e projetos de segurança.
Quanto aos policiais civis, estes profissionais reconhecidamente qualificados (7 investigadores e um delegado de polícia – que atuam como pilotos e tripulação aérea -; serão, simplesmente, relegados do grupamento, uma vez que não podem subordinarem-se ao Comando Geral da Polícia Militar.
Por conta disso, o estado deverá, automaticamente, criar, então, um novo grupamento ou esquadrão aéreo específico da Polícia Civil para atender operações investigatórias e de inteligência, onerando ainda mais as contas governamentais e o bolso da população.
Outro ponto refere-se à origem dos helicópteros atualmente em serviço no Graer. Uma das aeronaves - JET Ranger – foi adquirida, em 1992, com recursos arrecadados pelo Funrespol, da Polícia Civil. O equipamento, deste modo, também seria transferido unicamente para as ações e atividades da Polícia Militar.
Já outro helicóptero- EC 130-B4, que hoje atende às demandas investigatórias e de inteligência policial das corporações (Polícia Civil, Militar e Corpo de Bombeiros) também foi comprado graças a investimentos que resultaram de convênio entre o estado e à Senasp, também seria repassado ao comando da PM. Ou seja, a aquisição do helicóptero ocorreu ao atender o conceito de integração policial indicado pela Política Nacional de Segurança Pública, para investimentos na área.
O resultado disso tudo é um verdadeiro retrocesso à segurança pública e ao estado, com sérios prejuízos financeiros e operacionais à Polícia Civil e aos paranaenses, que observam a desintegração e a desmobilização do poder investigatório das forças policiais no estado, expondo a população à insegurança pública.

sábado, 11 de maio de 2013

Só para lembrar...


O Livro Toda Poesia de Paulo Leminski (Companhia das Letras), continua entre os mais vendidos da semana.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Casas de prostituição infantil são fiscalizadas no Pará

Estado só perde para o MT em número de locais onde crianças são exploradas sexualmente

Do R7 Pará com Jornal da Record



A polícia realizou uma fiscalização em pontos de exploração sexual de crianças e adolescentes no Pará. Cerca de 50 estabelecimentos, próximos às rodovias, contaram com a presença dos policiais.
Na ação, um caminhoneiro foi pego em flagrante com uma adolescente. Ele foi levado para a delegacia e ela apreendida pela polícia.
O Pará é o segundo estado do Brasil com mais estabelecimentos de prostituição infantil, somando 87 pontos. A região só perde para o Mato Grosso.
A operação percorreu postos de combustíveis, bares e restaurantes ao longo da rodovia no nordeste do Pará. O objetivo é coibir a prostituição.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a maioria das casas de prostituição está nas estradas consideradas intransitáveis, o que dificulta a fiscalização. Marabá, Altamira e Itaituba, que ficam ao longo da BR -230, conhecida também por Transamazônica, são considerados os municípios do estado onde a prostituição é mais comum.