quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais

Do site do Hospital Albert Einstein

Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim

“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.

Dúvida do dia

Esta dúvida me persegue desde os meus tempos de Movimento Estudantil.
Por que as pessoas não conseguem formar opinião própria?
Será que resolveram passar a vida brincando de O MACACO MANDOU?
Conselho da Tia Claudia: Vão ler sobre liberdade e o que é viver livre/mente.
Deixem de ser escravos ideológicos.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A MANSÃO DO PAROLIN JÁ TINHA CAÍDO EM 2008, 2009, 2010 E 2011


A mansão/prostíbulo/jogatina já havia sido estourada. Não foram poucas vezes. Em 07 de março de 2008, 02 de abril e 29 de maio de 2009, 29 de março de 2010, 20 de julho e 25 de novembro de 2011.
A mansão já era velha conhecida da polícia no governo Roberto Requião.
Conforme o boletim de ocorrência nº 0154192062955 de novembro de 2011, foram aprendidas 60 máquinas caça-niqueis pela Polícia Militar.  
Na época não teve toda esta publicidade que gira em torno dos possíveis frequentadores.Tudo ficou como dantes. Inclusive tem alvará para funcionamento.
A SESP e o Governo do Estado do Paraná precisam com urgência unificar a comunicação. Não é possível que as denúncias do 181 não cheguem para a Polícia Civil. Demorei para acreditar nisto, mas é verdade. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A preservação da Amazônia e as sacolinhas do supermercado

Por Juvenal Azevedo (*)
Em apenas um ano o Brasil perdeu 26.130 km2 de floresta amazônica, uma área superior ao Estado de Sergipe (21.863 km2) e quase do tamanho do Estado de Alagoas (29.107 km2), conforme divulgou recentemente o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe.
Na prática, 1,3 bilhão de árvores foram derrubadas e 46,5 milhões de aves e 1,5 milhão de primatas foram afetados, segundo uma estimativa feita por pesquisadores brasileiros e publicada na revista do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP). Com essa avaliação, os cientistas autores do estudo mostram que, por trás dos anúncios oficiais de índices e planos contra a ação dos desmatadores, existe um impacto na biodiversidade e na disponibilidade de recursos naturais difícil de ser recuperado.
Calcula-se que perdemos, no curto tempo de um ano, de 1,17 bilhão a 1,43 bilhão de árvores, que foram cortadas e queimadas e, se colocadas lado a lado, dariam mais de três voltas ao redor da Terra. O mesmo cálculo internacionalmente aceito dá como certo que o desmatamento afetou a vida de 43 a 50 milhões de aves e de 914 mil a 2,1 milhões de primatas.
A solução é aparentemente simples, mas difícil de ser posta em prática: desmatamento zero e aproveitamento sustentável do território, conforme proposta apresentada pelo Museu Goeldi há alguns anos, mas para que essa proposta seja viabilizada seria necessário um grande pacto entre governos da região amazônica, o governo federal e o setor produtivo. Não é preciso derrubar mais árvores. O aproveitamento de solos degradados pelo desmatamento já integra projetos na região amazônica, entre eles o da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com o Incra – Instituto Brasileiro de Colonização e Reforma Agrária.
O que falta é “vontade política”, como se costuma dizer no jargão partidário. A mesma “vontade política” que fez a prefeitura kassabiana, o governo alckiminiano e a entidade que reúne os mercadistas de São Paulo, a Apas, fecharem um acordo que repassou a conta das sacolinhas plásticas dos supermercados para o consumidor final, como se fosse do uso das sacolinhas “deixar o planeta no sufoco”, como demagogicamente afirma a campanha dos mercadistas, ignorando o transtorno que a falta dessas embalagens irá fazer na embalagem dos vários lixos domésticos, na limpeza do cocô deixado pelos “pets” nas ruas e outras barbaridades. Enquanto isso, já que falamos em “pets”, as chamadas embalagens “pets” de refrigerantes e de produtos de limpeza continuam triunfalmente expostas nas gôndolas mercadistas trazendo, elas sim, poluição para as ruas e bueiros e para os rios, córregos e lagoas. Os mercadistas agradecem aos governos municipal e estadual de São Paulo a diminuição de sua despesa com as embalagens plásticas, ao mesmo tempo em que engordam seus já gordos lucros com a venda de sacolas recicláveis. E o consumidor? Como dizia o genial personagem do genial Chico Anysio, “o consumidor que se exploda!”.
Voltando à preservação da Amazônia, assim como do Pantanal e da Mata Atlântica, é vital para a saúde do planeta darmos a ele condições de sobrevivência, sem as quais a raça humana também não conseguirá sobreviver. E deixar de lado a ganância mercadista, por ser iníqua, demagógica e imoral.

(*) Juvenal Azevedo é jornalista e publicitário (e-mail: adriejuva@uol.com.br)

Dilma chama Holocausto de 'violência bestial' e critica negação

Dilma Rousseff durante a cerimônia alusiva ao
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
Da Folha.com por GRACILIANO ROCHA 
A presidente Dilma Rousseff criticou neste domingo os que negam a ocorrência do Holocausto, o massacre de 6 milhões de judeus por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
"[A lembrança do] Holocausto, que alguns negam, servirá sempre de paradigma contra a intolerância e contra essa violência bestial", discursou a presidente, em Salvador, em cerimônia alusiva ao Dia Internacional em Memória às Vítimas do Holocausto.
"Não podemos apagar da nossa memória atos repulsivos nem podemos achar que eles são privilégio de algum povo. Infelizmente, vemos que há várias manifestações nesse sentido", disse.
A presidente não foi específica, mas pode ter se referido indiretamente ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que critica o "mito" em torno do fato.
A relação entre Brasil e Irã, próxima durante o governo Lula, foi estremecida no atual mandato. Na semana passada, um porta-voz do Irã culpou a diplomacia de Dilma por "destruir anos de bom relacionamento" entre os países.
Sob Dilma, o Brasil votou na ONU pela investigação sobre os direitos humanos no Irã em março de 2011. Lula evitava pressionar o país.
Em meio à escalada da tensão entre as potências ocidentais e o Irã, por conta do programa nuclear do país, Dilma voltou a enfatizar a posição do país a favor do controle das ações militares internacionais para defender a população civil.
"Temos a convicção de proteger populações civis, mas que também o mundo tem de se conscientizar que deve haver responsabilidade no proteger. Quando se protege, é necessário ter responsabilidade para que a proteção não se torne uma situação de convulsão e de guerra", disse.

domingo, 29 de janeiro de 2012

SOU DO TEMPO DA DITADURA. VOCÊS PENSAM QUE TENHO MEDO?

Ontem Rita Lee se indignou no palco em Aracaju e foi detida por desacato. Vejam o vídeo.
É isto, chega de abuso da polícia. Como ela mesma diz em Pagu:

♪♫Nem!
Toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem♪♫


ÁGUA BENTA NA POLÍCIA CIVIL

Mais uma crise na Polícia Civil. Deveriam mandar um padre benzer a caixa d’água do prédio da José Loureiro. Água benta para o departamento todo.
Fico pensando como em tão pouco tempo os argumentos mudaram. Os que serviam para o Grupo Tigre no caso do Rio Grande do Sul, não servem para a tal mansão/prostíbulo/jogatina.  Em dezembro o grande argumento era que os policias do TIGRE, foram sem comunicar os superiores.  Tinha gente babando e se cuspindo nos programas policiais. Aos poucos tudo se esclareceu e não vi nenhum pedido de desculpa. Isto que eu assisto 3 programas diariamente.
Ontem quando “a mansão caiu” a primeira manchete que li era risível. Vejam só: Polícia descobre casa de prostituição de políticos do Paraná.  Não perdi a oportunidade de brincar com a situação. Postei aqui no blog. Os políticos eram donos? Tipo uma S/A? Os políticos se prostituíam na casa? Os políticos eram frequentadores? Não posso dizer que me arrependi. Não combina comigo. Só não esperava o tamanho da confusão.
Conforme a nota oficial Departamento da Polícia Civil, que desta vez se pronunciou, não houve comunicação aos superiores sobre a operação. Os policias estavam encapuzados. Me dói a boca do estômago quando vejo este tipo de coisa. Felizmente vivemos em estado democrático. Não sou contra que se combata o jogo. Pelo contrário, tenho grandes motivos para achar que isto é um atraso. Não jogo nem por um sorvete. Porém existem leis e hierarquia.
Mais tarde soube que foram presos três funcionários. Só três em um “comércio” de três andares? E os políticos e policias que lá frequentam, não estavam? Era dia de greve deles? E as prostitutas? Já tinham ido embora antes da meia noite? Cinderelas? Como nada disto foi explicado, só me resta concluir que o mais importante foi retirar dali as máquinas caça-níqueis. Me parece que a ação teve mais importância que o resultado. Afinal, quem são os poderosos? Sou uma curiosa crônica. Os policiais não vão contar? Não né. Eles agiram de forma ilegal e encapuzados. Tinha esquecido.  
Desta vez o Delegado Geral Marcus Vinícius da Costa Michelotto, se pronunciou. Opa! Falou para as rádios, TVs e fez inúmeras postagens no twitter. Respondeu sem parar a tudo e a todos. Desta vez acho que fez bem. Mas é claro que não é bem assim. Tudo foi distorcido. Vejam os exemplos:
@DelegadogeralPR 1a parte da açäo, excelente, desmontaram esquema de caça-níqueis. 2a parte, tiveram comportamento de bandidos e milicianos.
Se tivessem seguido o comportamento de um PC, tudo estaria certo. Envergonharam a classe. Hierarquia e disciplina acima de tudo.
Não vou deixar este grupo pequeno prejudicar toda a classe. A PC é muito maior.
 
Então fica claro que o Delegado Geral não foi contra a ação e sim contra a forma. E nisto concordamos. No Paraná milícia não tem vez. Não quero sair de casa comprar cigarro e não voltar mais. Por favor, já esqueceram o que este país passou. Agora como cidadã peço, que se qualquer um destes homens esteja em estágio probatório, que nem seja efetivado. Polícia sem comando me dá medo. Gente destemperada e manipulada é motivo de pânico.
Há uns 15 anos atrás, cheguei junto com uma amiga na casa dela. O filho abriu a porta e disse pálido: - Corram aqui! Quando chegamos no quarto dele tudo estava virado. Na hora pensamos que tinha sido um assalto. Que nada. Em uma viagem de ônibus para São Paulo, ele havia discutido com um rapaz. Só não sabia que o irmão era policial. Em um absurdo abuso, invadiu a casa revirou tudo, deu porrada e foi embora. Provavelmente feliz da vida com susto que deu. Isto é inadmissível.
Na minha vida não cabem dois pesos e duas medidas. 

sábado, 28 de janeiro de 2012

Manuela

Do blog do Fábio Campana.

O Renato Rabelo, presidente nacional do PC do B, me diz que o partido pretende concorrer com candidato próprio em mil municípios. E tem esperanças de eleger em alguns. É o caso da bela Manuela, em Porto Alegre. Aqui, em Curitiba, o partido não tem uma Manuela. Vai apoiar o Ratinho Junior.

Cine Cartum

Via Café Cartum




Dia 7 de fevereiro, às 19 horas
Teremos uma sessão comédia com os filmes:
O Oitavo Selo, para quem quiser conhecer o capeta.
Açai com Jabá - para alertar os turistas que forem para a Amazônia.
Dóve Menegheti - Um ladrão anarquista
duração total: 40 minutos.
São 3 dos mais de 700 títulos distribuidos pela Programadora Brasil. Exibiremos também, fora da programação, a escolha do público, outros títulos famosos de exibição obrigatória, como o: Ilha das Flores, Memória, Quando Dorival encarou a Guarda, Quando os Morcegos se Calam, Ventre Livre, entre outros.
Propomos não apenas exibir, mas comentar, discutir e analisar nossa realidade social.
O espaço permite comportar 40 pessoas. A projeção alcança uma tela de 3m a partir de DVD e som em Home Theater.
A entrada é franca.
Sua participação é muito importante.